Todo empresário sabe que para o seu negócio dar dinheiro, precisa seguir duas premissas: aumentar lucros e reduzir custos. E, dentro de uma empresa, independentemente do porte e/ou formato, os arranjos empresariais que trilham estes caminhos são norteados por inúmeras atividades, entre elas: gerenciar os recursos humanos, gerir o fluxo de caixa, realizar o marketing e entregar o produto/serviço proposto aos clientes da melhor forma possível. Sem burocracia e com muita qualidade.

Contudo, além destas, duas outras atividades estão intrinsicamente alicerçadas na organização do empreendimento; por isso, são extremamente essenciais para que a empresa alcance o sucesso esperado. São elas: a contábil e a jurídica. Juntas, elas formam a expertise que guiará o seu negócio pelo caminho tortuoso de números e gráficos. O contador e o advogado são os responsáveis por interpretar todas as variantes que surgem nessa jornada empresarial, convertendo-as em soluções que geram lucro e reduzem gastos ao mesmo tempo. 

Confira o vídeo e entenda a importância da parceria entre os dois profissionais:


O contador, profissional que converte números e decifra fórmulas, tem uma função de extremo valor para as instituições empresariais, tendo em vista que suas atividades são responsáveis pelo diagnóstico referente ao estado de ‘saúde financeira’ das empresas. Dentre suas atribuições, o contador é quem mune o empresário com as ferramentas necessárias para que se faça uma análise da situação econômica de suas atividades, sendo estas, responsáveis por delinear os rumos que o negócio deverá seguir. É o contador quem mostra o caminho a ser seguido, no sentido financeiro da coisa, apontando acertos e corrigindo erros.

Além disso, o contador tem outro papel de grande relevância, que é intermediar as atividades da empresa com um dos seus maiores sócios, o Estado, responsável por abocanhar cerca de 1/3 do faturamento empresarial com seus tributos. Os profissionais de contabilidade estão também responsáveis por realizar as declarações das empresas, contabilizando quais serão as obrigações tributárias a serem realizadas pelos gestores. Essa demanda é dividida com o advogado, que analisa juridicamente as ações da empresa, intermediando e interpretando todas as transações entre a interseção no eixo ‘empresa – Estado’.

A advocacia de empresa também apresenta o gerenciamento dos procedimentos e o relacionamento com escritórios terceirizados contratados, além de trabalhar com as demandas internas através da consultoria jurídica. Essa, envolve todas as ações de contratação de novos funcionários, revisão das práticas de recursos humanos da empresa, além do estudo da legislação tributária e sua aplicação dentro da empresa, essa ação em conjunto, claro, com o contador.

Por tudo isso, costuma-se dizer que não existe um negócio sem um contador. Nada mais justo.

Entretanto, muitas vezes, os escritórios contábeis acabam sendo demandados para realizar atividades mais vinculadas à seara jurídica do que a contábil propriamente dita. Realizar e revisar contratos; organizar operações de planejamento tributário; realizar denúncias espontâneas; responder a questionamentos de órgãos governamentais, tais como Receita Federal e Ministério Público; impugnar e oferecer recursos em processos administrativos tributários são algumas dessas atividades. 

Mas tenha cuidado! A prática de transferência de funções para transações financeiras e/ou jurídicas é inadequada, podendo gerar grandes problemas para o seu negócio por conta da legalidade dos processos e da qualidade de execução destas atividades. 

Por isso, o fundamental é que exista uma boa parceria entre escritórios contábeis e jurídicos. Essa aliança exercerá um papel de suma importância na profissionalização, segurança jurídica e atuação de sua empresa no mercado.

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