RNC https://rede-rnc.com.br Rede Nacional de Contabilidade Mon, 14 Mar 2022 17:52:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.6 O potencial e os desafios do mercado de carbono no Brasil https://rede-rnc.com.br/o-potencial-e-os-desafios-do-mercado-de-carbono-no-brasil/ https://rede-rnc.com.br/o-potencial-e-os-desafios-do-mercado-de-carbono-no-brasil/#respond Mon, 14 Mar 2022 15:10:25 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=3489 Entenda as vantagens e como é feita a compensação financeira por danos ambientais O mundo tem buscado formas de preservar o meio ambiente. E entre as possibilidades, é possível destacar uma ação que, além de permitir a promoção da sustentabilidade, pode trazer rentabilidade para as empresas.  Reduzir as emissões de gases do efeito estufa e […]

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Entenda as vantagens e como é feita a compensação financeira por danos ambientais

O mundo tem buscado formas de preservar o meio ambiente. E entre as possibilidades, é possível destacar uma ação que, além de permitir a promoção da sustentabilidade, pode trazer rentabilidade para as empresas. 

Reduzir as emissões de gases do efeito estufa e promover os chamados “sequestro de carbono” são ações que podem gerar um faturamento de até 130 milhões de reais por ano. Isso é possível por meio da comercialização de créditos de carbono. Um mercado que surgiu nos anos 90 e está aquecido em todo o mundo, mas por aqui, o processo ainda enfrenta o desafio da falta de regulamentação.

Estamos falando do chamado “Mercado de Carbono”, que nada mais é do que conceder créditos a empresas que evitem a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Esses créditos podem ser revendidos, o que gera um lucro para a empresa. E apesar de, no Brasil, o comércio de crédito de carbono ainda não estar regulamentado, é possível realizar essa operação internacionalmente.

Esse tipo de iniciativa faz com que empresas que atuem na minimização dos danos ao meio ambiente recebam maiores investimentos, tanto de investidores quanto em relação aos benefícios estatais.

Por isso, é importante que os empresários se atentem e comecem a implementar atitudes relacionadas à preservação do meio ambiente. 

Basicamente, funciona da seguinte forma:

– A empresa, potencial emissora de gases na atmosfera, opta por se adequar e minimizar a emissão desses gases, em especial do dióxido de carbono (CO2), que é o principal gás que compromete a atmosfera, gerando o efeito estufa.

– Em paralelo, existem regras que indicam os limites que devem ser observados de emissão desses gases. Ou seja, indicam a quantidade máxima que uma empresa pode emitir de gases prejudiciais. Caso a empresa fique abaixo desse limite, serão concedidos créditos, os chamados créditos de carbono. 

– A empresa que consegue ficar abaixo dos limites, e que possui créditos de carbono, pode comercializar esses créditos com organizações que precisam emitir menos gases. Ou seja, a empresa que não consegue adequar-se para alcançar os níveis máximos de emissão de gases precisa adquirir créditos, caso queira estar em acordo com o previsto nas normas ambientais. Comparando os cenários de antes e depois da adequação feita é possível medir a redução na emissão de gases do efeito estufa. Desse modo, a empresa potencial emissora, que produz quantidade maior de gases ofensivos, e que adquire créditos de carbono suficientes para abater da quantidade de gases que solta na atmosfera, estará agindo conforme a legislação ambiental.

Assim, basicamente, é feita uma operação de subtração, em que a empresa pega a quantidade de gases que ultrapassa o permitido em lei, e adquire, na mesma proporção, créditos de carbono de empresas que não emitem esses gases. Cada tonelada a menos de dióxido de carbono na atmosfera vale um crédito de carbono. 

Apesar de ter um custo para a empresa que opta por adquirir créditos de carbono, o benefício pode ser ainda maior que o recurso investido. Isso se explica em razão de a empresa ter condições de obter outros benefícios pelo cumprimento das normas de redução de emissão de gases na atmosfera.

Empresas que adotam essas iniciativas são bem vistas aos olhos do público, dos investidores, do Estado e da sociedade como um todo.

No início, transformar uma empresa com potencial efeito danoso ao meio ambiente em uma companhia sustentável e que busca minimizar os efeitos climáticos, é um processo árduo e que deve ser bem pensado. Isso porque o maior problema não é nem o custo gerado, mas sim a mudança de paradigma, a mudança de pensamento.

Quando isso ocorre, a organização se dispõe a se adequar às novas tecnologias, aos novos métodos, e às regras destinadas ao cuidado do meio ambiente. 

Em miúdos, investir em máquinas, por exemplo, que produzem menos danos e emitem uma quantidade menor de gases no ambiente, não pode ser visto tão somente como custo, mas sim como investimento para a empresa: ainda que se tenha um custo de uma máquina melhor, mais tecnológica, o resultado que pode ser atingido é ter uma empresa com consciência ambiental, que consiga ter uma boa imagem perante a sociedade, perante o Estado e perante os investidores, e que, eventualmente, consiga ser inserida no mercado de carbono, podendo até mesmo vender esses créditos para obter lucro. Ou seja, a aquisição, como no exemplo dado, de uma máquina mais tecnológica e eficiente pode fazer com que a empresa atue em uma via secundária, a da venda de créditos de carbono para empresas que infelizmente, ainda que tentem, não conseguem reduzir a emissão dos gases na atmosfera.

Há uma expectativa que o governo brasileiro comece a pensar sobre mudanças na legislação ambiental. A Lei Geral de Florestas Públicas proíbe no Brasil a comercialização de carbono pelas empresas que fazem a gestão de áreas de concessão florestal. Mas uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados tenta reverter esse quadro. O Projeto de Lei 528/21 institui o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), que vai regular a compra e venda de créditos de carbono no País. Mas a proposta que aperfeiçoa o modelo de negócios e garante a segurança jurídica nas operações, ainda tem um trajeto a ser cumprido no Legislativo. E quando isso acontecer, é importante que as empresas brasileiras já estejam adequadas ao sistema, que já estejam inseridas nesse meio. 

Essas empresas sairão na frente e poderão conseguir um lucro muito superior, ao negociar os créditos com empresas que se não se adiantaram. Dar um passo à frente como esse pode ser uma ótima opção. É um assunto que já pode começar a ser discutido com os advogados e contadores da empresa para uma consultoria e análise dos primeiros passos.

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ICMS/DIFAL: Como as ações em julgamento no STF podem impactar na rotina das empresas https://rede-rnc.com.br/icms-difal-como-as-acoes-em-julgamento-no-stf-podem-impactar-na-rotina-das-empresas/ https://rede-rnc.com.br/icms-difal-como-as-acoes-em-julgamento-no-stf-podem-impactar-na-rotina-das-empresas/#respond Mon, 21 Feb 2022 19:07:25 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=3485 Nos últimos meses uma sigla de quatro letras está quase que diariamente no noticiário. O motivo é a polêmica em torno da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, sobre a gasolina. Mas essa não é a única questão em debate quando o assunto é o tributo criado por lei geral […]

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Nos últimos meses uma sigla de quatro letras está quase que diariamente no noticiário. O motivo é a polêmica em torno da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, sobre a gasolina. Mas essa não é a única questão em debate quando o assunto é o tributo criado por lei geral e concretizado por lei complementar em 1996.

O ano de 2021 foi marcado pelo julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5469, pelo Supremo Tribunal Federal. O entendimento foi de que as alterações impostas pela Emenda Constitucional nº 87/2015, que tratavam do diferencial de alíquota do ICMS, só poderiam valer se estivessem regulamentadas por lei complementar. Para evitar que os estados sofressem um grande impacto em suas arrecadações, o Supremo decidiu por modular os efeitos da decisão, permitindo que a exigência do tributo permanecesse durante o ano de 2021, ou seja, a partir de 2022 o imposto só poderia ser exigido se fosse aprovada uma lei complementar de regulamentação.

Diante disso, o Legislativo se mobilizou e aprovou o Projeto de Lei que regulamentava a cobrança do DIFAL, mas a sanção só aconteceu no início deste ano. A partir de então, diversos estados começaram a normatizar a cobrança do diferencial ainda para o ano de 2022. Situação como a do estado de São Paulo, que publicou lei determinando a exigência do ICMS DIFAL a partir do próximo mês de abril. 

Os estados que já normatizaram o assunto preveem a exigência do imposto ainda no ano corrente, o que tem deixado tributaristas em todo o país apreensivos. Isso porque, caso venha a produzir efeitos no ano de 2022, a lei vai contrariar o princípio constitucional da anterioridade anual.

O que acontece é que o texto constitucional determina que leis que instituam ou aumentem tributos deverão respeitar a anterioridade anual ou a nonagesimal, como é chamada a espécie de garantia que o contribuinte tem de que não será surpreendido com a incidência imediata de tributos criados ou instituídos. Ou seja, segundo o texto constitucional, os tributos terão que ser estabelecidos no ano anterior ao da exigência ou com um intervalo de, no mínimo, 90 dias antes do início de sua vigência. Dependendo do caso, pode ser exigido que os dois prazos sejam observados. E ao julgar a ADI 5469, o STF entendeu que a “Emenda Constitucional nº 87/15 criou uma nova relação jurídico-tributária entre o remetente do bem ou serviço (contribuinte) e o estado de destino nas operações com bens e serviços destinados a consumidor final não contribuinte do ICMS”. Ou seja, para o STF a Emenda Constitucional criou uma relação jurídica, instituindo o tributo sobre determinadas operações e, por isso, deve observar o princípio da anterioridade.

Nesse sentido, os estados não poderiam criar leis para exigir o ICMS DIFAL já no ano de 2022, devendo adiar essa cobrança para o ano de 2023. Já não se discute se o DIFAL é devido, ou quem tem direito sobre ele, mas sim se a cobrança poderá ser realizada ainda neste ano ou, considerando a necessidade constitucional de considerar o princípio da anterioridade nonagesimal ou anual, a partir do ano de 2023.

O contribuinte não pode ser pego de surpresa, sendo a ele atribuído um tributo para o qual não houve previsão, considerando que as empresas geralmente projetam os débitos, tributários ou não, para todo o ano. Ou seja, o contribuinte que projetou seus custos para o ano não pode ser surpreendido por uma cobrança de um tributo novo ou, como no caso, uma alteração que aumentou a alíquota do tributo. 

Com essa situação, tributaristas, advogados, contadores, estão se questionando sobre como devem orientar seus clientes, se devem ou não recolher o tributo. Assim que a Lei Complementar 190/2022 foi publicada, muito já se discutiu a respeito e é possível encontrar várias Ações Diretas de Inconstitucionalidade que buscam discutir e obter retorno sobre a necessidade ou não de se observar o princípio da anterioridade quando se tratar de ICMS DIFAL. 

Essas novas ADI’s estão pendentes de julgamento de medida liminar, em que as partes pedem pela suspensão da produção de efeitos da Lei Complementar 190/2022, mas até o momento o pedido de liminar em nenhuma das ações foi analisado. Porém, é possível que o Supremo determine a suspensão da referida lei, a fim de evitar que as partes sejam prejudicadas.  

Mas o que significa DIFAL e qual a importância do contador para as empresas no Brasil, diante dessas alterações legislativas?

O DIFAL é uma forma de incidir o ICMS – Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços sobre operações ocorridas em, no mínimo, dois estados. Na prática, ocorre quando, por exemplo, uma empresa vende um determinado produto para um consumidor final não contribuinte do ICMS que esteja localizado em outro Estado. 

O ICMS é um tributo estadual, e sobre ele fica a critério de cada estado definir sua alíquota, sempre observando as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). Com isso, as alíquotas podem variar dependendo do estado. Quando há operação ocorrendo em dois ou mais estados, ocorre a necessidade de se partilhar o ICMS arrecadado entre as Unidades da Federação envolvidas. A Emenda Constitucional 87/2015 criou justamente a forma dessa divisão, ela estabelece um rateio entre os estados para todas as operações interestaduais. Esse é o DIFAL. 

Com isso, cabe aos contadores e empresas de contabilidade a orientação aos contribuintes sobre como proceder em casos de exigibilidade de alíquotas diferentes de ICMS. Para isso é preciso um conhecimento atualizado sobre qual alíquota é cobrada naquele determinado local para evitar que o contribuinte seja autuado pelo desconhecimento das alíquotas. 

Além disso, o contador está sempre atento as alterações legislativas tanto no nível federal quanto no nível estadual ou municipal, e sempre buscando conhecimento das regras de legislação tributária, como no caso da anterioridade nonagesimal ou anual. Só assim é possível orientar o cliente a atuar de forma a evitar uma autuação decorrente da má aplicação das alíquotas corretas em cada unidade da federação. 

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Estou pronto para abrir um novo negócio em outro estado. E agora? https://rede-rnc.com.br/estou-pronto-para-abrir-um-novo-negocio-em-outro-estado-e-agora/ https://rede-rnc.com.br/estou-pronto-para-abrir-um-novo-negocio-em-outro-estado-e-agora/#respond Thu, 09 Dec 2021 18:17:19 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=3464 Abrir um novo negócio é uma decisão muito importante e pode trazer inúmeros benefícios para você. No entanto, vale lembrar que o momento certo, o mercado adequado e uma boa equipe são fatores preponderantes para o sucesso desta nova empresa. Assim, nosso conselho é: tomada a decisão, forme uma equipe multidisciplinar e comece a planejar […]

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Abrir um novo negócio é uma decisão muito importante e pode trazer inúmeros benefícios para você. No entanto, vale lembrar que o momento certo, o mercado adequado e uma boa equipe são fatores preponderantes para o sucesso desta nova empresa. Assim, nosso conselho é: tomada a decisão, forme uma equipe multidisciplinar e comece a planejar os próximos passos. Faça um estudo de viabilidade e envolva colaboradores dos setores comercial, financeiro, contábil e pessoas de marketing e comunicação. Seria importante também que, pelo menos, um dos sócios faça parte desta equipe. O trabalho será rico e a troca de experiências vai garantir o sucesso do novo negócio.

Um erro muito comum é abrir um novo negócio ou filial só porque a sua empresa já faz muito sucesso. Apesar disso ser um bom indício que a nova empresa vai dar certo, não é uma garantia de sucesso. Por isso, preparamos algumas perguntas para ajudá-lo a pensar melhor como estruturar este novo negócio

Então vamos lá, pergunte-se:

  • Por que esta nova empresa vai dar certo?
  • Terei um sócio local?
  • Se sim, como escolhê-lo?
  • Se não, como vou chegar a este novo mercado? Que parcerias preciso desenvolver para me inserir no mercado deste estado?
  • Como contratar uma empresa para fazer o estudo de viabilidade/retorno financeiro?
  • Que colaboradores podem me ajudar neste novo projeto? Como montar a minha equipe de expansão de mercado?
  • O que é preciso conhecer do mercado local?
  • Terei concorrentes? Se sim, qual é o meu diferencial?
  • Terei incentivos fiscais nesta nova cidade/estado?
  • Quem pode me ajudar a constituir a empresa neste local?

Como você viu, muitos pontos importantes devem ser levados em conta e eles envolvem várias áreas relacionadas à gestão do negócio. Como a nossa especialidade é a contabilidade, vamos ajudá-lo, agora, a pensar esse novo negócio em termos contábeis. Vamos listar as principais providências a serem tomadas pela  empresa contábil que estará lhe assessorando.

  • Defina o capital a ser investido e informe à assessoria contábil.
  • Converse com eles sobre tributação e impostos no novo estado/município. Com essas informações, defina um planejamento tributário para este novo negócio.
  • Definam, juntos, o regime tributário e o tipo de empresa a ser constituída.
  • Entenda quais são os trâmites legais do município e do estado em questão. Informe-se também sobre prazos praticados neste local. Isso vai ajudá-lo a programar a inauguração com assertividade.
  • Informe-se sobre incentivos fiscais para a sua empresa neste estado. Esta é uma informação que pode fazer toda a diferença.
  • Para um planejamento tributário e financeiro completo, pergunte sobre as datas de vencimento dos impostos no estado/município em questão.
  • Verifique se a sua marca e/ou nome comercial de sua empresa pode ser usada no novo mercado.

Viu só? Está aí a importância de se ter um contador local para auxiliá-lo. A expertise local ajuda muito e pode evitar atrasos e promover a economia tributária que você precisa para gerir seus resultados. Assim, sempre que for abrir uma nova empresa fora do seu estado, conte com uma assessoria contábil local. A Rede Nacional de Contabilidade pode te ajudar e muito nisso. Trabalhamos para agilizar o seu atendimento de norte a sul do Brasil, sempre com a mesma qualidade. Contrate a RNC e abra a sua empresa sem dores de cabeça. Cresça com a gente. 

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A Contabilidade é igual no Brasil inteiro? https://rede-rnc.com.br/a-contabilidade-e-igual-no-brasil-inteiro/ https://rede-rnc.com.br/a-contabilidade-e-igual-no-brasil-inteiro/#respond Tue, 16 Nov 2021 15:25:05 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=3454 Essa é uma pergunta que a gente escuta muito. E a resposta é: não. A contabilidade não é igual no Brasil inteiro. A contabilidade tem regras e padrões nacionais, sim, mas tem muito de local. Por exemplo, cada estado tem os seus próprios incentivos fiscais. Cada município pode ter o seu próprio trâmite para aberturas […]

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Essa é uma pergunta que a gente escuta muito. E a resposta é: não. A contabilidade não é igual no Brasil inteiro. A contabilidade tem regras e padrões nacionais, sim, mas tem muito de local. Por exemplo, cada estado tem os seus próprios incentivos fiscais. Cada município pode ter o seu próprio trâmite para aberturas de empresa e cada tipo de empresa tem obrigações específicas a cumprir. Ou seja, conhecer o estado e o município no qual você pretende se estabelecer é muito mais importante do que você imagina. E quem pode me ajudar nisso, você deve estar se perguntando? Outra pergunta direta a ser respondida: uma boa assessoria contábil. Então, vamos entender melhor o que faz uma assessoria contábil. A hora é agora. 

Como uma assessoria contábil pode ajudar o meu negócio?

O que todo mundo sabe: 

Uma assessoria contábil cuida da legalização de sua empresa e das obrigações mensais e anuais com o seu município, com o estado onde sua empresa está locada e com a Federação. São inúmeras declarações e guias geradas mensalmente. Tudo isso deixa o seu negócio funcionar sem imprevistos, ou seja, dentro dos parâmetros legais exigidos pelo Governo. 

Além disso, sua assessoria contábil cuida da sua folha de pagamento, contratos de trabalho e outras especificidades do setor pessoal. Sim, ela está dentro do dia a dia do seu negócio, cuidando para que direitos e deveres sejam cumpridos à risca. 

Um terceiro benefício muito conhecido, e que já nem pode ser mais considerado inovação, é a eliminação do papel. Hoje, a contabilidade é digital e tecnológica. Ela está no seu celular ou em qualquer outro aparelho eletrônico ligado à internet. Pois é, livros pesados e grossos são coisa do passado. 

Essa é a parte mais conhecida de uma assessoria contábil, mas o que mais uma empresa como essa pode fazer por sua empresa?

O que nem todo mundo sabe: 

Parceira de negócios

Antes de mais nada, uma assessoria contábil precisa ser parceira do seu negócio. Ela tem os seus números muito bem organizados e a partir deles pode analisar seu fluxo de negócios e apontar caminhos para o crescimento. As assessorias contábeis de ponta tem inclusive recursos tecnológicos para analisar esses números e gerar relatórios e gráficos que farão você ver “além da conta”. 

Economia Tributária

Outra vantagem de se ter uma assessoria contábil é poder contar com análises tributárias eficientes. Essas análises geram economia e até restituições de tributos pagos indevidamente. Este é um benefício extraordinário e precisa ser entendido como vantagem competitiva para o seu negócio. 

Organização financeira

Uma assessoria contábil de ponta investe em serviços que vão facilitar a organização financeira do seu negócio. Financeiro organizado e eficiente tem tudo a ver com contabilidade assertiva. Assim, sua assessoria contábil vai ajudá-lo a integrar sistemas e a gerir seu negócio de forma mais eficiente e sem burocracias. 

 A gente poderia continuar a listar aqui outras inúmeras vantagens para se contratar uma assessoria contábil, mas esse nem é o objetivo deste texto. O que queremos mesmo é que você entenda que a contabilidade não é igual no Brasil inteiro, afinal somos empresas diferentes, em lugares diferentes e com objetivos também diferentes. Por isso, ao escolher uma assessoria contábil, seja exigente, pense que a empresa escolhida estará ao seu lado e que ela precisa estar a frente do seu tempo para escalar junto com você. 

RNC – Expertise local e abrangência Nacional

Há 20 anos a Rede Nacional de Contabilidade, RNC, tem provado que investir em qualidade e inovação é um esforço coletivo. Estamos presentes em todo o território nacional e conhecemos cada estado como a palma da nossa mão, afinal, temos associados espalhados por todo o Brasil. É assim que atendemos o nosso cliente com a eficiência da expertise local, conhecendo cada mercado no qual atuamos, sem nunca perder a abrangência nacional que faz da RNC uma rede de assessorias contábeis eficientes e inovadoras. 

Se você tem negócios em mais de um estado do Brasil, você precisa conhecer a RNC. Entre em contato conosco hoje mesmo. Estamos esperando por você.

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Contador ou Advogado? Você precisa dos dois. https://rede-rnc.com.br/contador-ou-advogado-voce-precisa-dos-dois/ https://rede-rnc.com.br/contador-ou-advogado-voce-precisa-dos-dois/#respond Tue, 06 Jul 2021 20:06:26 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=3355 Todo empresário sabe que para o seu negócio dar dinheiro, precisa seguir duas premissas: aumentar lucros e reduzir custos. E, dentro de uma empresa, independentemente do porte e/ou formato, os arranjos empresariais que trilham estes caminhos são norteados por inúmeras atividades, entre elas: gerenciar os recursos humanos, gerir o fluxo de caixa, realizar o marketing e entregar o produto/serviço proposto aos clientes da melhor forma possível. Sem burocracia e com muita qualidade.

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Contador ou Advogado?
Você precisa dos dois!

Todo empresário sabe que para o seu negócio dar dinheiro, precisa seguir duas premissas: aumentar lucros e reduzir custos. E, dentro de uma empresa, independentemente do porte e/ou formato, os arranjos empresariais que trilham estes caminhos são norteados por inúmeras atividades, entre elas: gerenciar os recursos humanos, gerir o fluxo de caixa, realizar o marketing e entregar o produto/serviço proposto aos clientes da melhor forma possível. Sem burocracia e com muita qualidade.

Contudo, além destas, duas outras atividades estão intrinsicamente alicerçadas na organização do empreendimento; por isso, são extremamente essenciais para que a empresa alcance o sucesso esperado. São elas: a contábil e a jurídica. Juntas, elas formam a expertise que guiará o seu negócio pelo caminho tortuoso de números e gráficos. O contador e o advogado são os responsáveis por interpretar todas as variantes que surgem nessa jornada empresarial, convertendo-as em soluções que geram lucro e reduzem gastos ao mesmo tempo.

Confira o vídeo e entenda a importância da parceria entre os dois profissionais:

O contador, profissional que converte números e decifra fórmulas, tem uma função de extremo valor para as instituições empresariais, tendo em vista que suas atividades são responsáveis pelo diagnóstico referente ao estado de ‘saúde financeira’ das empresas. Dentre suas atribuições, o contador é quem mune o empresário com as ferramentas necessárias para que se faça uma análise da situação econômica de suas atividades, sendo estas, responsáveis por delinear os rumos que o negócio deverá seguir. É o contador quem mostra o caminho a ser seguido, no sentido financeiro da coisa, apontando acertos e corrigindo erros.

Além disso, o contador tem outro papel de grande relevância, que é intermediar as atividades da empresa com um dos seus maiores sócios, o Estado, responsável por abocanhar cerca de 1/3 do faturamento empresarial com seus tributos. Os profissionais de contabilidade estão também responsáveis por realizar as declarações das empresas, contabilizando quais serão as obrigações tributárias a serem realizadas pelos gestores. Essa demanda é dividida com o advogado, que analisa juridicamente as ações da empresa, intermediando e interpretando todas as transações entre a interseção no eixo ‘empresa – Estado’.

A advocacia de empresa também apresenta o gerenciamento dos procedimentos e o relacionamento com escritórios terceirizados contratados, além de trabalhar com as demandas internas através da consultoria jurídica. Essa, envolve todas as ações de contratação de novos funcionários, revisão das práticas de recursos humanos da empresa, além do estudo da legislação tributária e sua aplicação dentro da empresa, essa ação em conjunto, claro, com o contador.

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Por tudo isso, costuma-se dizer que não existe um negócio sem um contador. Nada mais justo.

Entretanto, muitas vezes, os escritórios contábeis acabam sendo demandados para realizar atividades mais vinculadas à seara jurídica do que a contábil propriamente dita. Realizar e revisar contratos; organizar operações de planejamento tributário; realizar denúncias espontâneas; responder a questionamentos de órgãos governamentais, tais como Receita Federal e Ministério Público; impugnar e oferecer recursos em processos administrativos tributários são algumas dessas atividades.

Mas tenha cuidado! A prática de transferência de funções para transações financeiras e/ou jurídicas é inadequada, podendo gerar grandes problemas para o seu negócio por conta da legalidade dos processos e da qualidade de execução destas atividades.

Por isso, o fundamental é que exista uma boa parceria entre escritórios contábeis e jurídicos. Essa aliança exercerá um papel de suma importância na profissionalização, segurança jurídica e atuação de sua empresa no mercado.

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Contador ou Advogado? Você precisa dos dois! https://rede-rnc.com.br/contador-ou-advogado/ https://rede-rnc.com.br/contador-ou-advogado/#respond Wed, 14 Oct 2020 17:38:30 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=2550 Todo empresário sabe que para o seu negócio dar dinheiro, precisa seguir duas premissas: aumentar lucros e reduzir custos. E, dentro de uma empresa, independentemente do porte e/ou formato, os arranjos empresariais que trilham estes caminhos são norteados por inúmeras atividades, entre elas: gerenciar os recursos humanos, gerir o fluxo de caixa, realizar o marketing […]

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Todo empresário sabe que para o seu negócio dar dinheiro, precisa seguir duas premissas: aumentar lucros e reduzir custos. E, dentro de uma empresa, independentemente do porte e/ou formato, os arranjos empresariais que trilham estes caminhos são norteados por inúmeras atividades, entre elas: gerenciar os recursos humanos, gerir o fluxo de caixa, realizar o marketing e entregar o produto/serviço proposto aos clientes da melhor forma possível. Sem burocracia e com muita qualidade.

Contudo, além destas, duas outras atividades estão intrinsicamente alicerçadas na organização do empreendimento; por isso, são extremamente essenciais para que a empresa alcance o sucesso esperado. São elas: a contábil e a jurídica. Juntas, elas formam a expertise que guiará o seu negócio pelo caminho tortuoso de números e gráficos. O contador e o advogado são os responsáveis por interpretar todas as variantes que surgem nessa jornada empresarial, convertendo-as em soluções que geram lucro e reduzem gastos ao mesmo tempo. 

Confira o vídeo e entenda a importância da parceria entre os dois profissionais:


O contador, profissional que converte números e decifra fórmulas, tem uma função de extremo valor para as instituições empresariais, tendo em vista que suas atividades são responsáveis pelo diagnóstico referente ao estado de ‘saúde financeira’ das empresas. Dentre suas atribuições, o contador é quem mune o empresário com as ferramentas necessárias para que se faça uma análise da situação econômica de suas atividades, sendo estas, responsáveis por delinear os rumos que o negócio deverá seguir. É o contador quem mostra o caminho a ser seguido, no sentido financeiro da coisa, apontando acertos e corrigindo erros.

Além disso, o contador tem outro papel de grande relevância, que é intermediar as atividades da empresa com um dos seus maiores sócios, o Estado, responsável por abocanhar cerca de 1/3 do faturamento empresarial com seus tributos. Os profissionais de contabilidade estão também responsáveis por realizar as declarações das empresas, contabilizando quais serão as obrigações tributárias a serem realizadas pelos gestores. Essa demanda é dividida com o advogado, que analisa juridicamente as ações da empresa, intermediando e interpretando todas as transações entre a interseção no eixo ‘empresa – Estado’.

A advocacia de empresa também apresenta o gerenciamento dos procedimentos e o relacionamento com escritórios terceirizados contratados, além de trabalhar com as demandas internas através da consultoria jurídica. Essa, envolve todas as ações de contratação de novos funcionários, revisão das práticas de recursos humanos da empresa, além do estudo da legislação tributária e sua aplicação dentro da empresa, essa ação em conjunto, claro, com o contador.

Por tudo isso, costuma-se dizer que não existe um negócio sem um contador. Nada mais justo.

Entretanto, muitas vezes, os escritórios contábeis acabam sendo demandados para realizar atividades mais vinculadas à seara jurídica do que a contábil propriamente dita. Realizar e revisar contratos; organizar operações de planejamento tributário; realizar denúncias espontâneas; responder a questionamentos de órgãos governamentais, tais como Receita Federal e Ministério Público; impugnar e oferecer recursos em processos administrativos tributários são algumas dessas atividades. 

Mas tenha cuidado! A prática de transferência de funções para transações financeiras e/ou jurídicas é inadequada, podendo gerar grandes problemas para o seu negócio por conta da legalidade dos processos e da qualidade de execução destas atividades. 

Por isso, o fundamental é que exista uma boa parceria entre escritórios contábeis e jurídicos. Essa aliança exercerá um papel de suma importância na profissionalização, segurança jurídica e atuação de sua empresa no mercado.

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A nova empresa contábil pós-pandemia https://rede-rnc.com.br/nova-empresa-contabil-pos-pandemia/ https://rede-rnc.com.br/nova-empresa-contabil-pos-pandemia/#respond Wed, 08 Jul 2020 18:26:26 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=2517 Confira na íntegra a live sobre o tema “A nova empresa contábil pós-pandemia”, que foi realizada no Instagram da RNC (@redernc01), na última sexta-feira, 29/05.

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Adequações das boas práticas de Gestão de Pessoas em um RH disruptivo https://rede-rnc.com.br/adequacoes-das-boas-praticas-de-gestao-de-pessoas-em-um-rh-disruptivo/ https://rede-rnc.com.br/adequacoes-das-boas-praticas-de-gestao-de-pessoas-em-um-rh-disruptivo/#respond Wed, 08 Jul 2020 18:24:08 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=2513 Confira na íntegra a live sobre o tema “Adequações das boas práticas de Gestão de Pessoas em um RH disruptivo”, que foi realizada no Instagram da RNC (@redernc01), na última quinta-feira, 21/05.

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Desafios a enfrentar e como perpetuar pós crise https://rede-rnc.com.br/desafios-enfrentar-e-como-perpetuar-pos-crise/ https://rede-rnc.com.br/desafios-enfrentar-e-como-perpetuar-pos-crise/#respond Wed, 08 Jul 2020 18:22:04 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=2510 RNC Digital (Live): Desafios a enfrentar e como perpetuar pós crise Confira a live na íntegra sobre o tema “Desafios a enfrentar e como perpetuar pós-crise”, que foi realizada no Instagram da RNC (@redernc01).

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Planejamento estratégico para empresas contábeis e seus clientes https://rede-rnc.com.br/rnc-digital-live-planejamento-estrategico-para-empresas-de-contabilidade-e-seus-clientes/ https://rede-rnc.com.br/rnc-digital-live-planejamento-estrategico-para-empresas-de-contabilidade-e-seus-clientes/#respond Wed, 08 Jul 2020 18:11:06 +0000 http://rede-rnc.com.br/?p=2503 RNC Digital (Live): Planejamento estratégico para empresas de contabilidade e seus clientes Confira na íntegra a live sobre o tema “Planejamento estratégico para empresas de contabilidade e seus clientes”, que foi realizada no Instagram da RNC (@redernc01).

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